Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008

São todos bissextos!




Logo agora havia de calhar ano bissexto, com mais um dia de mês no fim da pensão ou do ordenado (para os que vão tendo ordenado ou pensão).
Mas, como há menos dois dias em relação a Janeiro e Dezembro, ainda se vai descobrir algum indicador favorável que permita ao primeiro-ministro afirmar:
- Há boas notícias… estamos no bom caminho… vamos conseguir!

E até os que estão comodamente instalados na vida (e querem sempre mais) não deixarão de exclamar:
- Tretas! 

Ao contrário do que acontece com a Banca que, a pagar ou receber, pode escolher quantos dias tem o ano, para o comum dos portugueses parece que todos anos são mais que bissextos e os meses esticaaaaaaaaam…

Escrito por manuelmgaio em 00:59:16 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, Fevereiro 26, 2008

Sine qua non



Assisti a uma parte do “Prós e Contras” e não pude deixar de pensar que a capacidade de diálogo com os professores (educadores) deverá ser condição sine qua non para que qualquer governante do pelouro da educação possa desempenhar satisfatoriamente a sua tarefa política. Mas, talvez injustamente sugestionado, basta-me olhar para a cara da ministra quando fala dos professores para calcular que ela não pensa o mesmo.

Será que este governo declarou guerra aos portugueses em geral?

Lá estou eu a deixar-me influenciar e a cometer injustiças: há portugueses que se sentem muito agradados com a política deste governo do PS.

E até há quem considere que nunca tão poucos ganharam tanto à custa de tantos.

Escrito por manuelmgaio em 01:51:34 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Fevereiro 21, 2008

Elogio em boca própria…




A SIC andou a prometer:
os portugueses perguntam, o primeiro-ministro responde!


Mas, afinal, nem perguntas nem respostas… ou melhor, nem a SIC pergunta nem o primeiro-ministro responde.

Escrito por manuelmgaio em 19:40:21 | Link permanente | Comments (0) |

Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

O pântano?



O que tem vindo a público é tão grave e preocupante que nos interrogamos: 
- O que estará para lá da ponta do iceberg?

Escrito por manuelmgaio em 17:27:41 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008

Um pouco mais de seriedade, por favor (2).


No “causa nossa”, ainda a propósito do Congresso da CGTP, Vital Moreira escreve:
 

Intersindical 
A recusa de adesão à Confederação Sindical Internacional e a hostilidade em relação à UE mostram que o PCP continua a manter um controlo absoluto sobre a CGTP.

Citando ainda a entrevista de José Ernesto Cartaxo:
 

DN Carvalho da Silva frisou no seu discurso que a CGTP é europeísta. Mas é contra esta União Europeia (EU)?

JEC – O rumo que esta EU está a seguir não é de modo nenhum o que nós defendemos e o que consta do nosso plano de acção. Esse rumo, que o Tratado de Lisboa veio acentuar, deve ser alterado, mas isto tem de ser feito de outras formas que não pela saída da EU, o combate tem de ser travado dentro da EU.
 

Esclareça-se que:


segundo o “Público” (aqui), o Programa de acção da CGTP foi aprovado sem votos contra e a proposta que visava um relacionamento menos critico com a União Europeia (UE), que partiu de sete sindicatos, teve 66 votos a favor (ou seja, 7,7 %);

o novo Conselho Nacional da CGTP foi eleito com mais de 95% dos votos.


Escrito por manuelmgaio em 00:14:44 | Link permanente | Comments (0) |

Domingo, Fevereiro 17, 2008

Um pouco mais de seriedade, por favor!




No blog “Arrastão”, sob o título “Orgulhosamente sós”, escreveu Daniel Oliveira:

Com todos as restantes tendências a defender a filiação da CGTP na Confederação Sindical Internacional, a maior central sindical do Mundo, o PCP impôs à Intersindical o isolamento. Depois de durante anos ter enfiado a CGTP numa organização internacional dominada pelos sindicatos do Leste da Europa, que nunca fizeram uma greve ou um combate político pelos seus trabalhadores (a Federação Sindical Mundial, que hoje agrupa sindicatos da Síria, Cuba, Coreia do Norte, Vietname ou Bielorrússia), o PCP continua a não aceitar a mudança dos tempos e a manter a CGTP refém da sua cegueira. 112 delegados votaram a favor da integração na CSI, mas a disciplina de voto entre os militantes do PCP falou mais alto.

Todavia, como é do conhecimento público e esclareceu ao DN José Ernesto Cartaxo, dirigente da CGTP:
 
Há uma preocupação que esteve sempre na nossa opção de não filiação que é a de salvaguardar a unidade do movimento sindical português. Isto é muito importante. Em tempos a FSM (que perdeu muita influência com o fim do bloco de leste) tinha uma força muito maior e havia todas as condições para nos filiarmos nela mas existia quem não estivesse de acordo. Para respeitarmos as várias sensibilidades, não nos filiámos em nenhuma. É isso que continuamos a defender.

E os números falam por si:

A filiação na Confederação Sindical Internacional foi realmente defendida por 112 delegados, cerca de 13% dos delegados ao Congresso da CGTP.
 
Tal como os factos:

A FSM (
aqui) além dos sindicatos dos países referidos no “Arrastão” agrupa também sindicatos de muitos outros países como, por exemplo, Espanha, França Suiça, Itália, Grécia, Chipre, Índia, Peru, Austrália, Venezuela, Brasil Colômbia, etc., que DO se esqueceu de citar.

 

Escrito por manuelmgaio em 19:11:11 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, Fevereiro 16, 2008

Mas...




Mas… o Primeiro-Ministro continua a considerar (aqui) que há “sinais muito positivos para a evolução da nossa economia” e a reafirmar a “intenção de criar 150 mil novos empregos até final da legislatura”

Escrito por manuelmgaio em 17:58:45 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Fevereiro 15, 2008

As boas notícias ...





Em 2007 a taxa de desemprego atingiu novo máximo mas …

Em 2007 Portugal continuou a afastar-se da Europa mas …

Em 2007 a inflação foi superior às previsões do governo mas …

Em 2007 os portugueses continuaram a perder poder de compra mas …


Escrito por manuelmgaio em 15:48:52 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008

E a lógica é uma batata!




A nova ministra da Saúde antes da posse afirmou algo espantoso: "Sempre trabalhei no serviço público e é esse que eu defendo" (SIC, 29/Jan.). Ela assume à partida que, dos seus dois cargos - ministra de Portugal e gestora do Serviço Nacional de Saúde-, já escolheu o segundo. A sua preocupação central será, como aliás os antecessores, a carreira dos médicos, não a saúde dos doentes.

João César das Neves dixit


Escrito por manuelmgaio em 17:09:32 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, Fevereiro 02, 2008

À mulher de César…




De uma penada, Vital Moreira publica 3 comentários a defender José Sócrates das acusações do Público.
Recorde-se que, segundo o Público, o deputado José Sócrates pediu o tal subsídio de exclusividade, enquanto o engenheiro técnico José Sócrates assinava projectos e se responsabilizava (colaborava) como técnico de uma empresa de construção civil.
Estes factos não foram desmentidos mas apenas considerados como ataque pessoal do Público, sob a alegação que a actividade profissional exercida durante anos não tinha sido remunerada.
Vital Moreira, interpretando a lei, afirma que não houve qualquer ilegalidade, esquecendo vários casos de membros de governos anteriores, incluindo do PS, que pediram a demissão por factos tornados públicos que não configuravam qualquer ilícito mas pareciam susceptíveis de afectar a credibilidade de quem exerce funções ao mais alto nível do Estado.

Mas José Sócrates não se demite: tem uma missão a cumprir.



Escrito por manuelmgaio em 19:17:31 | Link permanente | Comments (0) |